Origem e autor: Baseada no trabalho do Dr. Weston Price, que estudou povos indígenas e as suas variadas alimentações dependendo do meio ambiente em que se encontravam inseridos. Poderiam comer maioritariamente carne, peixe, marisco e algas, tendo um estilo de vida muito ativo. A dieta paleo tem vindo a ser adapatada de várias formas com base nestes povos do Paleolítico.
Perda de peso: Verificaram-se casos de pessoas que se deram muito bem, com uma perda de peso significativa, outros que ficaram na mesma, e outros ainda, que não se deram bem com a dieta.
Duração: Para adotar toda a vida.
Controlo médico: Rotina.
Em que consiste: Os alimentos modernos, como o açúcar, os laticínios, os cereais, as leguminosas e os alimentos processados estavam todos fora do alcance da alimentação do passado longínquo e devem, consoante a dieta, ser excluídos. O exercício físico deve fazer parte, pois a caça, a pesca e a sobrevivência eram estados de intensa adrenalina naquela época.
Consiste, portanto, na ideia de vivermos (pelo menos comermos), à semelhança da época Paleolítica.
Contraindicações e detratores: A carência de hidratos de carbono pode traduzir-se em falta de energia. A atividade física não é tão frequente como antigamente, quando o ser humano necessitava de caçar. São vários os grupos de alimentos ausentes e que devem ser consumidos com regularidade.
Vantagens: É rica em proteína, minerais, fibras, antioxidantes, vitaminas e óleos polinsaturados essenciais (ómega 3).
O que comer: Carne de animais de pasto, peixe, marisco, ovos, frutos secos e sementes, fruta da época, vegetais, azeite. Excluem-se os cereais, leguminosas e os hidratos de carbono.
Como se faz: Fazer 4 ou 5 refeições, respeitando as regras da dieta. Por exemplo:

Coach Psicologia Alimentar, Instrutora de Yoga, Consultora Mindfulness e Coach em Alimentação Vegan
Os anos que passei numa luta contra o corpo e a comida foram a base para desejar dirigir a minha vida a ajudar os outros nas mesmas dificuldades.
O contato com o Yoga foi o primeiro passo para conhecer uma nova dimensão do meu corpo, ajudando-me a adotar uma atitude mais compassiva para comigo mesma.
Procurei conhecer-me melhor através da comida e da minha relação com esta, através de muito estudo, dedicação e amor. Agora, sei que a forma como lidamos com o nosso corpo e a comida é uma porta para algo maior.
À procura de uma alimentação saudável que me desse prazer e nutrição, e movida por uma ética consciente, entrei no mundo do veganismo.
Adoro perder-me na Natureza e sou, sem vergonha alguma, amante de gatos, tendo feito voluntariado numa associação para adoção de gatos.
Todas as ferramentas que fui aprendendo utilizo-as nos outros, criando o melhor caminho para encontrarem serenidade e amor.